São Francisco - O Rio dos Seres Fantásticos
2009-05-08 19:02Em uma região remota de Minas Gerais serpenteia o gigantesco rio São Francisco. Suas águas hospedam serpentes gigantes, cidades submarinas, sereias, humanóides negros-d’água. Nas proximidades de Januária registrou-se, em 1996, a queda de um OVNI, e encontrou-se uma placa metálica suspeita com inscrições semelhantes às da Pedra do Espaço, de Alberto Sanmartín.
Texto e Fotos: Pablo Villarrubia Mauso
Ilustrações: Jamil Vilanova
Tinha saído de Belo Horizonte há mais de dez horas. O carro nos conduziu ao norte do estado, próximo do “Nilo brasileiro”, o rio São Francisco, que atravessa mais de 3100 quilômetros em cinco estados, às vezes por regiões semi-áridas.
O “Velho Chico”, como é chamado carinhosamente pelos habitantes locais, é um dos rios mais povoados de lendas e entidades fantásticas do país. Em suas águas mergulham sereias... Os negros-d’água viram canoas... Os monstruosos “minhocões” levantam ondas e os “barcos fantasmas” singram pacificamente pelas águas...
Alguns dias antes, eu participava de um importante congresso ufológico internacional em Belo Horizonte, organizado pelos irmãos Rafael e Romio Cury. Meu amigo e quem dirigia o carro, Adevaldo Orneles de Souza, já tinha rodado mais de 700km, fazendo apenas uma escala em Montes Claros, uma cidade onde o principal meio de transporte é a bicicleta. Por fim, à noite chegamos ao nosso destino: Januária, à margem do Velho Chico.
Em 1997, estive relativamente perto de Januária, mas do outro lado do rio, a pouco mais de 100km a nordeste, no estado da Bahia. Ali visitei as inquietantes pinturas nas ermas serras de Iuiu, onde as imagens de seres fantasmais enchiam as paredes de uma caverna, pintadas em várias cores e desafiando o tempo, com milhares de anos de idade.
Uma carroça velha conduzida por dois cavalos cansados estava carregada de batatas e alguns legumes, estacionada no meio da rua. Seu proprietário se queixava que o rio São Francisco estava morrendo, afligido por uma estranha enfermidade provocada pelos homens: a seca. O corte de árvores em suas margens e a construção de grandes represas no trecho que percorre na Bahia fizeram baixar consideravelmente o nível das águas.
O mercado principal da cidade, com mais de 50 mil habitantes, deixava claro o contexto cultural da região, que outrora fora habitada por bandeirantes – os temíveis conquistadores portugueses e seus descendentes – e escravos livres e fugitivos. Dos indígenas, pouco sobrara, afugentados pelos novos invasores.
No dia seguinte, Adevaldo e eu partimos num pequeno passeio turístico até Itacarambi, a 50km de distância, povoado que vive do grande rio. Ali, no pequeno cais onde flutuam impacientes algumas barcas, esperando os viajantes para cruzar de uma margem a outra, me encontrei com Lourivalda Leme, uma das muitas mulheres que lavam suas roupas nas águas do rio, rodeada de vários filhos. Não é preciso dizer que os habitantes dessa região ao norte de Minas Gerais são muito humildes, pobres, mas, com muita dignidade em seu dia-a-dia, sobrevivem com o pouco que têm e o que lhes dá a rica terra.
“A vida aqui é muito difícil”, falou a mulher, enquanto retorcia um vestido entre suas mãos grossas e calosas. “O rio perdeu os peixes, chove muito pouco. Até mesmo o negro-do-rio nós não estamos vendo, aparece muito menos do que antigamente”. Lourivalda me falava de uma das entidades mais estranhas que habita o rio. “Faz uns meses”, ela continuou, “um pescador amigo de meu marido viu. Era forte, de pele negra e cabeça raspada. Tentou virar sua canoa. Acho que se aborreceu porque não lhe ofereceram tabaco e aguardente, que são básicos para que ele permita que se pesque tranqüilamente”.
Um adolescente, Roberval Souza Ramos, que acompanhava a conversa ao lado de seu burro, se aproximou e completou com convicção: “Acho que se não tinha fumo ou aguardente, esse pescador devia ter cravado uma faca no fundo do barco. Meu avô me falava que isso espanta o negro-d’água. Um pescador nunca deve despertar o rio à meia-noite, ou seja, não deve agitar as águas para beber ou remar. Se elas estão calmas, é porque o rio está dormindo. Isso acontece durante um espaço de tempo muito curto, alguns minutos. O pescador deve atirar um pedaço de pau para ver se as águas estão correndo ou não. Se se atrever a despertá-las, terá de agüentar com as conseqüências: aparecem o negro-d’água, a mãe-d’água e o minhocão”.
Em Itacarambi se conta que um pescador novato enlouqueceu porque tomou banho à meia-noite, justamente quando o rio dormia. O adolescente, que acariciava o burro, me alertou sobre a presença de outro ser aterrorizante, o mais temível de todos: o minhocão. “É uma cobra gigante que vive embaixo das águas do Velho Chico. É capaz de perfurar a terra, por onde chega às vilas que quer afundar. Escava seus túneis nas barrancas do rio. Quando vem à superfície, levanta ondas capazes de afundar os barcos. Eu vi essa cobra há alguns meses. [...] Era de noite e, enquanto tirava a rede para pegar os peixes, vi uma coisa acinzentada, na luz do luar, que se levantava da água que, até então, estava tranqüila. Só vi uma parte de seu corpo, que devia ser tão comprido quanto o tronco de uma árvore alta. Para minha sorte, ele foi embora em direção ao norte. Contei para um amigo, e ele me disse que eu tinha visto uma baleia. Dei risada dele. Não existem baleias no rio São Francisco”.
Uma lenda coletada por folcloristas brasileiros diz que o minhocão tem a propriedade de se transformar num pássaro branco, gigante, com um pescoço comprido e fino. Não encontrei ninguém em Itacarambi que me confirmasse essa versão da lenda, talvez procedente de outra parte do rio ou que se perdeu como tantas outras tradições. Para outros estudiosos, o minhocão tem parentesco com outro ser fantástico muito conhecido na Amazônia, a boiúna, ou cobra-grande. O célebre viajante Auguste de Saint-Hilaire registrou a presença do minhocão em todo o estado de Goiás.
As águas do Velho Chico também são singradas por uma “coisa” misteriosa. Trata-se do “vapor fantasma”, ou “barco fantasma”. São muitos os viajantes e pescadores que afirmam tê-lo visto. De noite, quando os passageiros esperam a chegada de alguma embarcação, pode ser que vejam outro tipo de barco, todo iluminado, “que parece uma cidade flutuante, com várias luzinhas”, nas palavras de um velhinho. “Os transportadores de mercadorias esperavam que ele chegasse ao cais, mas, afinal, ele desaparecia no ar”.
No meio da rua, acima do cais, crianças brancas, negras e mulatas jogavam futebol, indiferentes à existência das criaturas ou à cor de pele de cada uma.
Dragões Protetores
Um dos maiores patrimônios do São Francisco são as carrancas, hoje quase esquecidas devido à diminuição da navegação. Trata-se de impressionantes esculturas em madeira com a face de criaturas dignas de figurar nos bestiários medievais, às vezes com cara e juba de leão antropomorfizado, outras com feições de cavalo ou de dragão cabeludo com toques humanos.
“Serve para espantar os malefícios, as coisas ruins que podem acontecer”, explica um pescador corpulento, cuja pele negra brilhava no sol que quase sempre castiga os habitantes das margens do Velho Chico. Ele havia tirado a carranca, que se coloca obrigatoriamente na proa dos barcos, para retocar a pintura. A besta de madeira tinha orelhas pontiagudas, como os cornos de um demônio, olhos saltados, presas brancas e boca aberta, pronta para engolir seus inimigos. A cabeleira negra caía pelo pescoço. “A carranca nos avisa, com três gritos, se o barco vai se afundar antes de sair”, afirma o pescador.
À primeira vista, as carrancas lembram os famosos dragões que as embarcações dos vikings usavam, os drakkar, com finalidades não muito diferentes de suas irmãs do São Francisco, tão longe dos lugares gelados nas águas que circundam o pólo norte. O célebre folclorista Artur Ramos (1903-49) comentava que a carranca estava “na proa, como uma forma de símbolo, a cabeça de um animal. Sobrevivência totêmica? Antiga tradição romana ou assíria? Quem sabe...”
Se o sábio austríaco Ludwig Schwennhagen estivesse vivo, nos diria que as carrancas do São Francisco são o legado da presença fenícia em terras brasileiras, o que ele descobriu nos anos 20 do século XX. Acreditava que as embarcações patrocinadas pelo rei Salomão chegaram às costas do Brasil por volta de 900 a.C., e que aqui exploraram minas de ouro e cortaram madeiras que serviram para a construção do templo do célebre soberano de Israel.
As águas do rio também inspiraram profecias, como as do padre Henrique, no século XIX. Na época, ele disse que o rio São Francisco seria cortado por “poças de água”. Hoje, as represas de Três Marias e de Sobradinho formam “poças gigantes” que detêm o rio. O padre também profetizou que povoados como Remanso, na Bahia, desapareceriam, como realmente aconteceu, quase cem anos depois, submersa pelas águas de uma das represas. O religioso disse que o altar da igreja de Remanso se transformaria em “uma cama para um peixe grande”. Ninguém deu atenção ao seu conselho de mudar o nome do povoado para evitar a desgraça. A represa começou a ser construída em 1948, e Remanso desapareceu por volta de 1960.
Mãe-d’água
Em Januária, conheci dona Maura Moreira Silva, presidenta da Casa da Memória do Vale do São Francisco, situada no que fora a antiga prisão municipal. “Havia um americano que vivia em Januária”, me assegurava Maura, “que disse haver um poltergeist nesse prédio. As mulheres da limpeza me disseram que saíram apavoradas ao ouvir ruídos extraordinários, como passos de pessoas ou gritos assustadores. Mas eu não vi nem ouvi coisa alguma”.
Ainda assim, ela me falou sobre os seres do rio, entre eles a mãe-d’água. “É uma mulher muito bonita, com cabelos longos, olhos verdes e pele muito branca. Está sempre se penteando e se limpando, quando é vista, da margem do rio, sobre as pedras. Da cintura para baixo, tem uma cauda como de um peixe; ou seja, é uma sereia. Vive no fundo do rio. Existe uma crença popular de que tudo o que existe na superfície, sobre a terra, também existe no fundo do São Francisco, como casas, igrejas, pessoas, etc. Quando uma pessoa morre afogada, dizem que a mãe-d’água arranca os olhos do defunto e, em seu lugar, coloca olhos de peixe”.
Perguntei o que poderia me contar sobre o negro-d’água, e ela me falou que continua virando barcos ou assustando os navegantes, com seus olhos vermelhos, brilhantes como o fogo. “Meu pai”, ela disse, “sempre que ia embarcar me pedia que lhe comprasse fumo e aguardente para oferecer à criatura”. Ela contou a história de um pescador cuja canoa não avançava nem voltava para trás. Quando ele derramou uma garrafa inteira de cachaça, o barco pôde seguir seu rumo. Outro acordou assustado no meio da noite e viu a mão negra com membranas entre os dedos que o arrastava até o meio do rio. Conseguiu ver sua cabeça calva, seus dentes esbranquiçados e os olhos de fogo. O pior caso foi de um homem que atirou contra o negro-d’água. O tiro não matou, tampouco feriu o ser. Como represália pela ousadia do humano, ele derrubou a barranca na margem do rio onde ficava a casa do homem, obrigando-o a se mudar.
Eu mesmo cheguei a colher relatos dos habitantes do gigantesco delta do rio Parnaíba, no norte do Brasil, que falam do enigmático cabeça-de-cuia, um ser que, em alguns aspectos, é semelhante ao negro-d’água. Trata-se de uma espécie de duende com cabeça desproporcionalmente grande, olhos imensos e muito vermelhos, que também vira pequenas embarcações.
Maura Silva me levou ao primeiro andar do edifício, onde estava o museu do folclore. Ali estão expostas peças etnográficas, dentre elas a roupa e a máscara que representa um duende infernal, o cabeça-de-fogo, ou “Luís Caipora”. Sua grande cabeça vermelha e corpo diminuto o incluem na categoria do cabeça-de-cuia, mas também bem parecido com um típico gray, um dos vários tipos de extraterrestres, segundo alguns ufólogos.
Mais tarde, analisei o personagem, que não consta nos livros de folclore brasileiro, e cheguei à conclusão de que poderia ser uma aculturação híbrida entre o cabeça-de-cuia e o famoso caipora, que, em idioma tupi-guarani, significa “habitante da selva”. Algumas descrições o mostram como um homem grandalhão, com o corpo recoberto de pelos e que se locomove montado sobre um javali amazônico.
OVNIs sobre Januária
Maura Silva, verdadeira fonte de sabedoria, foi mais longe em suas declarações e me confessou algumas de suas observações sobre os OVNIs. “Uma manhã, há quase cinqüenta anos, talvez em 1951, eu ia para a escola quando apareceu no céu uma bola grande, prateada, maior do que a lua. Isso foi pelas dez da manhã. Quando cheguei na escola, já estava menor, mas ainda brilhava muito. Outra vez vi algo parecido quando viajei para São Jesus da Lapa, na Bahia, próxima do São Francisco, mais ao norte de Januária. Foi de tarde, e também era uma bola prateada, e estava quase no zênite”.
Outro avistamento que poderíamos considerar ufológico e do qual Maura Silva foi testemunha ocorreu no povoado de Maria da Cruz. “Esse foi há trinta anos. Eu e outras pessoas vimos como o céu rapidamente se enchia de estrelas, milhares delas. Se moviam seguindo na direção do norte; umas iam mais rápidas, outras mais lentas. As pessoas pensavam que era o fim do mundo”, recordou Maura, com um leve sorriso.
I mediatamente relacionei o fenômeno com outro semelhante ocorrido nos anos 90, na cidade de Guanambi, a menos de 200km ao norte de Januária, na Bahia. Lá, conversei com alunos da Faculdade de Agronomia que me contaram como viram inúmeras “estrelas” que se moviam em um único sentido no céu.
A Placa Misteriosa
Como vimos, a região de Januária é visitada por OVNIs há muitos anos. Mais espetacular foi a queda de um objeto desconhecido nas selvas próximas à cidade. O jornal A Hora de Januária é a principal fonte de informação sobre o caso, e ali me recebeu o jovem Vidal Jr., que me entregou um volume grosso encadernado com os exemplares do jornal, correspondentes ao ano de 1996. Mostrou-me a manchete de um dos exemplares, que dizia: “Objeto Não Identificado Cai em Januária”. Era a edição número 26, sábado, dia 27 de janeiro de 1996.
“Tudo começou no clube de pesca de Januária, o Carcará, que tem cinqüenta sócios”, me contou o diretor do jornal. “Ali havia dois trabalhadores que viram um objeto caindo do céu, e que pareceu ter se estilhaçado do outro lado do rio. Diziam que o objeto fazia movimentos oscilatórios, podia ter uns seis metros de comprimento e a forma de uma placa dobrada nas pontas. Eu conhecia os dois e os entrevistei, e não me pareceu do tipo de gente que queira inventar uma história, pois não tinham nada a ganhar com aquilo. Eu sobrevoei a região num avião monomotor e não pude encontrar nada. Talvez o objeto tenha caído mais longe. Telefonei a uma empresa de aviação para saber se algum de seus aviões tinha caído, e eles não sabiam de nada. O controle aéreo regional tampouco alertou sobre um desastre aéreo. Segundo as descrições, o objeto caiu no meio da selva, e é realmente muito difícil encontrar algo. Assim que publiquei o artigo, veio um ufólogo de Belo Horizonte e ficou por aqui uma semana investigando”. O ufólogo era Albert Eduardo, presidente do grupo ufológico AMPEU. Conversou com os trabalhadores Arnaldo Eloi de Oliveira e Francisco Alvez de Souza. O ufólogo atravessou os seiscentos metros que separam uma margem do rio da outra e entrou na selva com um guia, para buscar os possíveis restos do objeto. Ao que se sabe, a falta de experiência na selva fechada impediu que fosse adiante. Albert voltou a Belo Horizonte e entrou em contato com membros de outro grupo ufológico, o CIPFANI. No dia 2 de fevereiro foram para Januária para mais pesquisas. As novas buscas se mostraram infrutíferas, mas Albert Eduardo apareceu emocionado e suado diante dos membros do CIPFANI, com uma placa metálica nas mãos, com alguns caracteres e símbolos estranhos gravados.
Paulo Werner, do CIPFANI, decidiu enviar a placa para uma análise detalhada. A aparência não garantia a autenticidade ou sua possível procedência extraterrestre. “Parecia de cobre”, disse Vidal Jr., “cortada por uma máquina, e os símbolos feitos com brocas”. A placa foi enviada a um dos melhores laboratórios de Minas Gerais, o da CBMM, em Araxá. Os resultados foram os seguintes:
Peso: 127,75 gramas
Comprimento: 14,6 centímetros
Largura: 8,9cm
Espessura: 1,0cm
Composição: cobre (predominante), estanho, potássio, ferro e níquel.
O informe do CIPFANI, que me foi amavelmente enviado por Paulo Werner, conclui que “não é pelo fato de que a placa seja de cobre que não possa ser de origem extraterrestre. Mas acreditamos que a mesma não passa de uma farsa. Alguém deve ter colocado essa evidência no meio da selva, pois o turismo em torno do tema ’discos voadores’ era muito grande naquela época. Isso sem contar com o aspecto rústico da placa em si. Seria ela, de fato, uma mensagem de um ser avançado? Não acreditamos. Os caracteres foram fabricados com o emprego de brocas e era possível notar as marcas do corte. As duas testemunhas da queda do objeto são pessoas idôneas e trabalhadoras. Levamos isso em consideração. O informe foi arquivado e serve de referência para futuras investigações”.
Do meu ponto de vista, lembro que o ano de 1996 foi um dos mais prolíferos quanto a observações de OVNIs em toda a década de 90. Poucos dias antes do que aconteceu em Januária, ocorreu o famoso caso de Varginha, no sul de Minas Gerais, quando três meninas viram uma criatura que logo foi capturada pelos bombeiros e levada a um quartel militar. Sua origem poderia ser extraterrestre, segundo vários ufólogos. Seu corpo teria sido levado aos EUA, assim como outras criaturas semelhantes capturadas dias depois, na mesma região.
Também percebi que a placa tem alguma semelhança, quanto ao formato e inscrições, com a famosa Pedra do Espaço, supostamente entregue por um alienígena ao enfermeiro espanhol Alberto Sanmartín Comes, na Puente de los Franceses, em Madri, 1955. Tratava-se de uma placa de pedra com símbolos que foram interpretados por vários estudiosos, entre eles o contatado Fernando Sesma. A pedra ficou com Alberto Sanmartín até sua morte em São Paulo, onde residia, e atualmente se encontra em local desconhecido.
Mas existem casos recentes de avistamentos de OVNIs, como o acontecido no princípio de março de 2001. O jornal A Hora de Januária (10 de março) destacava a manchete “Mistério nos Céus de Januária”, em que se via a foto de um OVNI, ampliada, de forma circular. Inicialmente se interpretou como sendo uma sonda, mas os meteorologistas da cidade não puderam confirmar essa interpretação.
———
Voltar