Plataforma para Marte
2009-05-04 16:45Vimanas, foo-fighters, OVNIs. A história dos discos-voadores vem de longe, está ligada à Suméria e, mais recentemente, os alemães chegaram a construir naves pensando na colonização de Marte.
Ubiratan Schulz
A tecnologia alemã sempre pesou poderosamente nos negócios mundiais e, para seu prejuízo (e nosso também), as demais nações têm ignorado os progressos dos cientistas e engenheiros germânicos, na guerra e na paz. A campanha das nações aliadas, vitoriosas na guerra, tentando convencer-nos de que nenhum pensamento criativo jamais surgiu da imaginação e do trabalho do povo alemão, e de que todo o seu progresso científico não passava de uma pálida cópia do nosso, era não só absurda como também basicamente falsa. Todo um conjunto considerável de realizações científicas foi concebido a leste do Reno, como a televisão em cores, radares, foguetes, armas, balas de ar, canhões de som, armas que disparavam em curva, armas que viam no escuro, mísseis, bombas V, bombas teleguiadas, detectores de infravermelho, balas de canhão de pó grafite, obuses que espalhavam metano, balas de vácuo, etc.
Até as discussões detalhadas sobre discos voadores, com progresso na construção de pequenos aviões em forma de disco. Mas os resultados foram destruídos, aparentemente, antes que caíssem em mãos inimigas. Entretanto, os relatórios fantasiosos de alguns autores são pura invenção. Seria de admitir que isso fosse verdade e que alguns dos OVNIs hoje vistos nos céus do mundo inteiro sejam ‘discos nazistas’. Vamos discutir o assunto!
A maioria do desenvolvimento e das pesquisas dos aviões-disco, asas voadoras e aviões-foguete foi feito, desde antes da guerra, em bases como Peenemunde, Dessau, Kummersdorf, Gattow, Brunsvique, Eisenach, Abterroda, Plomintz e Bad Salzugen, bem como Nordjausen. As pesquisas exigiram a construção de um túnel aerodinâmico, com uma velocidade do ar de 13.000 km/h. Construíram um túnel através de mais de 1.600 metros de rocha, até um reservatório industrial situado centenas de metros acima do próprio estabelecimento. A pressão da água acionava as turbinas de alta velocidade, produzindo um fluxo positivo de ar. Ainda mais grandioso, em certos aspectos, era um túnel gigantesco, com 7,50 m de largura, capaz de funcionar à velocidade do som, que estava sendo construído em Otztal, na Baviera, quando a guerra terminou. Também ali, as turbinas acionadas por uma queda de água de uma fonte próxima teriam sido a força-motriz para o seu funcionamento.
Para que então construir túneis de vento tão velozes, se não tinham em mente construir naves ou aviões que voassem a essa velocidade? Para que o desenvolvimento de metais leves, sanduíches de metais em forma de colméia, para construir naves mais leves e rápidas? Para que desenvolver motores a jato ou Turbo-Fan cada vez mais leves, poderosos e com empuxo astronômico, se não para mandar as naves cada vez mais longe e com maior rapidez? Isso sem mencionar as tecnologias empregadas nos novos motores.
Avanço na Guerra
A Segunda Guerra Mundial presenciou o surgimento de novas armas e tecnologias e, mais do que qualquer outro conflito do passado, estimulou o avanço tecnológico que culminou no poder apocalíptico da bomba atômica. Tudo isso foi desenvolvido em segredo e, assim, nada há de surpreendente no fato de que, sempre que alguma coisa estranha era vista no céu, o primeiro impulso das testemunhas fosse atribuí-la a alguma arma nova do arsenal inimigo. Então concluímos, convincentemente, que a máquina bélica nazista pôs em ação o máximo do conhecimento científico atualizado à sua disposição.
Falava-se de uma ‘arma solar’, que seria capaz de controlar os raios do sol e de queimar um avião em pleno vôo, o que era uma tentativa de controlar a energia. Quem possui um conhecimento básico sobre construção de naves sabe que, para se construir um avião, é necessário um motor potente numa estrutura leve. Com os combustíveis e motores utilizados na época, os nazistas não poderiam construir as naves que pretendiam e, assim, partiram para novas formas de impulsioná-las. Admite-se, portanto, que existiam discos voadores já em estágio final de desenvolvimento e que foi feito um enorme progresso na construção de pequenos e médios aviões em forma de disco. Mas os resultados foram destruídos ou transferidos para alguma base muito secreta (ver Sexto Sentido 14).
Entretanto, temos relatórios fantasiosos de alguns autores, entre eles os de discos voadores supersônicos que podiam atingir altitudes de, talvez, 12.000 metros em poucos minutos. Poderia-se admitir isso como verdade, e que alguns dos objetos voadores não-identificados hoje vistos nos céus do mundo inteiro sejam modernos discos experimentais, construídos com know-how de pós-guerra. Todo o desenvolvimento dos aviões-disco se deu com o uso dos motores a jato, jatos de pulsação, foguetes e a alimentação destes engenhos com oxigênio líquido e hidrogênio líquido — uma das mais bem-sucedidas combinações da atualidade, que culminou em levar o homem à Lua. Também foi usado o C-Stoff, ou seja, metanol, hidrato de hidrazina e água, que desenvolvia um empuxo de magnitude extraordinário. Esses motores levaram ao desenvolvimento de caças-foguete e aviões-disco. Mas vamos falar de outros motores e tipos de energia.
Vril – A Força Futura
Existem inúmeros textos, descobertos na Índia, que falam de energias alternativas como o Drona Parva, o Vaimanika Sastra (Vymaanika-Shaastra) escrito por Bharadvajy the Wise, o Samara Sutradhara e o Secret Society of the Nine Unknown Men (Imperador Indiano Ashoka). Também o Vymaanidashaastra Aeronautics, de Maharishi Bharadwaaja, o Mahabarata e outros, provavelmente extraídos de textos mais antigos. Esses textos tratam do manejo de naves conhecidas como Vimanas, Asvins ou Astras, e incluem informações sobre pilotagem, precauções em relação a vôos prolongados, proteção das naves contra tempestades e raios e maneiras de alimentar a nave com energia solar ou alguma outra fonte de energia gratuita.
Diz-se também que esses veículos utilizavam um líquido branco amarelado como combustível e eram guardados num vimana griba, ou hangar. Se examinarmos as fontes arqueológicas dessas histórias aparentemente malucas, podemos concluir que essas naves circulavam pelo mundo todo. Além de serem utilizadas para viagens e esportes, infelizmente serviram também como veículos de guerra para os habitantes da Índia e da Atlântida. Com certeza, pelo menos uma dessas naves chegou às mãos dos cientistas alemães, bem como os textos acima descritos, senão outros mais, e é lógico que foram conservados em segredo.
Mas os nazistas tiveram a seu dispor diversas armas de devastação e veículos futuristas durante a Segunda Guerra Mundial, alguns inteiramente iguais aos usados para atacar e destruir as cidades do Império Rama, milhares de anos antes. O Drona Parva, um texto sânscrito, descreve combates aéreos entre deuses, a bordo de máquinas voadoras chamadas Vimanas. Em uma das traduções, durante as batalhas “um míssil cintilante impregnado pelo fulgor de um fogo sem fumaça foi disparado”. Mas somente há alguns anos os chineses descobriram muitos documentos em sânscrito e dravidiano, que foram levados à Universidade de Chandrigarh, na Índia, para serem traduzidos. O dr. Ruth Reyna, dessa universidade, disse recentemente que esses textos falam sobre como construir astronaves para viagens espaciais, utilizando método de propulsão antigravitacional baseado num sistema análogo ao que usa o poder desconhecido do ego, que é a força que faz o homem levitar — que também é chamada de ‘eu superior’, a centelha divina que está contida em todos nós, que está no akashra do nosso coração, sendo o akashra como a ‘caixa preta’ que traz todas as informações de nossas vidas.
Será que estamos falando do Vril? Vril significa éter, ou Prana, Chi, força cósmica, orgon (ou orgônio, como citava Wilhelm Reich) e deriva do acadiano, que significa “semelhante à mais alta divindade”, ou “igual a Deus”. Portanto, eles tiravam a energia do campo magnético terrestre. Helena Pretrovna Blavatsky, em livros como a Doutrina Secreta e Isis sem Véu, fala-nos dessa força sideral conhecida pelos atlantes como Mash-Mak. É o Vril da Raça Futura, uma força vibratória que, dirigida de um Agniratha (de Agni = fogo, e Ratha = carro), montado em um barco voador ou em um balão, poderia reduzir a cinzas um exército de 100.000 homens com os seus elefantes, com a mesma facilidade que faria a um rato morto. Segredos como o do Vril não podem ainda ser postos ao alcance das massas.
Foo-fighters
Os alemães da ordem dos Irmãos da Luz, dos Mestres da Pedra Negra (D.H.V.S.S) bem como os Cavaleiros Negros do Sol Negro, eram a elite da Thule e das S.S. Nesse período, o cientista Victor Schauberger trabalhava em uma máquina baseada na implosão. Digamos mais simplesmente: implosão em vez de explosão. Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão, penetra-se no domínio da antimatéria e dissolve-se assim a gravidade. Lógico que os cientistas envolvidos nos projetos conseguiram auxílio financeiro nas ordens citadas, e logo protótipos foram feitos. Os primeiros foram chamados de aviões-disco e voaram a partir de 1941, ainda com motores chamados convencionais. Mas, depois do período de testes, só foram usados para transporte e reconhecimento.
Muitas histórias foram transmitidas por comandantes americanos durante a guerra. Relatos assustadores originaram-se nos vôos sobre o Reno, com os pilotos dizendo que bolas luminosas surgiam do nada e perseguiam seus aviões. Os discos ardentes, alguns vermelhos, outros laranjas ou brancos, pareciam brincar com os aviões, cortando o céu em manobras velocíssimas e, às vezes, piscando como luzes de árvores de Natal. Às vezes, um avião era seguido por até dez dessas luzes. Os pilotos chamavam-nas de foo-fighters ou caças-fu, nome derivado da expressão utilizada nas histórias em quadrinhos de Flash Gordon, muito popular na época: “Onde há Fu, há fogo!”
A essa altura, os alemães estavam lutando suas últimas e desesperadas batalhas e os estranhos caças-Fu ou bolas Kraut, como também eram conhecidas, pareciam bem de acordo com a suposta tecnologia alemã. Como nenhuma daquelas bolas de fogo jamais danificou qualquer avião aliado, abandonou-se a idéia de que fossem armas secretas. Além disso, depois da guerra, os americanos ficaram sabendo que os alemães também relatavam ocorrências idênticas e pensavam que fossem armas secretas aliadas.
Viagens Espaciais
Será que as luzes ou luminosidade em diversas cores provinham dos aviões-disco que usavam propulsão por impulsão magnética? Bolas de fogo foram fotografadas no sul do Atlântico dirigindo-se para o navio alemão Atlantis, no final de 1941 (ver Sexto Sentido 14). Essas naves não podiam ser usadas como aviões de caça por um simples motivo: devido à sua pilotagem por impulsão magnética, somente efetuavam manobras de mudança de direção em 90, 45.
“É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizam os OVNIs. Isso corresponde à realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas, bem como os protótipos, eram tão precisos que se pensou em um plano mais ousado: as viagens espaciais. No início de 1943, falou-se muito na Alemanha sobre uma grande astronave em forma de charuto que estaria sendo construída nas mesmas oficinas onde eram feitos os Zepelins: uma nave com mais de 100 metros de comprimento, que transportaria inúmeras naves em forma de prato para vôos de longa duração. Este projeto tinha o nome secreto de Empreendimento Aldebaran. Por que Aldebaran?
O sistema solar de Aldebaran está situado a 68 anos-luz do nosso sistema solar e teria dois planetas habitados por um povo chamado sumeran, que em algum momento de sua história evacuou alguns de seus habitantes e colonizou outros planetas habitáveis. Isto teria acontecido há mais ou menos 500 mil anos, o que corresponde à data aproximada da chegada ao nosso planeta do pessoal de Ashtar. O seu planeta era chamado de Mallona, Maldek ou Marduk, e eles chegaram à Terra na Mesopotâmia, formando a casta dominante dos sumerianos (ver Sexto Sentido 14).
Essa nave que os alemães estavam construindo teoricamente teria voado, mas alguma coisa muito ruim deve ter acontecido e, por pouco, não houve um desastre. Testemunhas falam que, após o retorno, ela parecia ter viajado por um século: todo o revestimento exterior parecia muito usado e ela estava bem estragada em vários lugares. O projeto ficou estacionado. As naves menores foram transferidas para a América do Sul e para a Neuschwabenland, para colocá-las em segurança, pois o colapso já se aproximava da Alemanha.
Em muito material de pesquisa pós-1945, podemos verificar que existe uma porcentagem elevada de seres muito belos, de olhos azuis e cabelos claros, ou seja, uma espécie ariana, que falavam alemão corrente ou outra língua com acento alemão (como no caso Adamski, em 1952, no caso Cedric Allingham, em 1954, e no caso Howard Menger, 1956). Conversei também com o filho do prefeito de uma pequena vila alemã, que me contou a história de uma nave com homens em seu interior, que aterrissou na vila e partiu em seguida: sobre a nave estavam desenhadas duas cruzes e uma cruz gamada. Esse fato ocorreu em 1948 e o interessante é que os ocupantes da nave perguntaram onde eles estavam, qual era o dia, o ano e quem tinha vencido a guerra.
Mais do que isso, chegou-se a pensar num projeto de colonização de Marte e, como tudo é mantido em segredo, só podemos imaginar por que as mentiras sobre as fotos de Marte obtidas pelas sondas Viking I, em 1976, a Phobos II, em 1989, e a Observer, em 1993. Vocês podem compreender agora por que tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia. Isso corresponde à verdade?
Todos vocês devem saber que, em nosso sistema Terra, existem dois princípios que determinam os acontecimentos: a luz e a sombra; o bem e o mal; a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade. Vivemos em um universo dual e esses dois princípios, que designamos concretamente como os princípios criadores e destruidores, nos governam. Toda a técnica baseada no princípio da explosão, da combustão deve ser catalogada como uma técnica satânica. Isso sem falar na energia atômica e na manipulação genética que está acontecendo hoje em dia. Vamos esclarecer!
A Nova Era, que virá, será a era de uma técnica nova, positiva e divina!
Para Saber Mais:
www.chokmah.com.br/ubiratan
———
Voltar